Metodologia e fontes
Obras paradas
Os dados vêm do ObrasGov.br (Ministério da Gestão e da Inovação), API pública de projetos de investimento do governo federal, filtrados pelas situações “Paralisada”, “Inacabada” e “Cancelada”. A obra é ligada ao município pelo nome do local e pela UF; obras sem município identificável aparecem apenas nos totais do estado.
Cada marcador fica no centro do município (coordenadas do IBGE), não no endereço da obra. A divisão por governo usa o ano de início previsto da obra (Lula 1 e 2: 2003–10; Dilma: 2011–abr/2016; Temer: 2016–18; Bolsonaro: 2019–22; Lula 3: 2023 em diante). Isso mostra quando a obra foi planejada, não quem causou a paralisação, que pode ter vindo anos depois por razões técnicas, judiciais ou orçamentárias. Poucas obras muito grandes pesam bastante no valor total.
Erros e escândalos
Só entram fatos com fonte institucional: decisões do STF e de outros tribunais, auditorias do TCU e da CGU, dados do IBGE e investigações oficiais. Apontamos o status de cada caso. Por exemplo, as condenações de Lula na Lava Jato foram anuladas pelo STF por questões processuais, e isso consta no texto.
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